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Patrimônio da indústria de fundos em março de 2017 está próximo dos R$ 3,5 trilhões

Time Economatica · · 2 min de leitura
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Depósitos a Prazo e outras operações de Inst. Financeiras atinge o menor patamar no período da pesquisa

Em março de 2017 o patrimônio da indústria de fundos brasileira é de R$ 3,49 trilhões, maior valor atingido pela indústria. Em dólares o patrimônio é de US$ 1,11 trilhões. O maior valor em dólares foi registrado no mês de agosto de 2014, com US$ 1,13 trilhões.

A Economatica calcula o patrimônio da indústria da seguinte maneira:

Soma do patrimônio de todos os fundos ativos em cada data da amostra menos o valor alocado pelos fundos em fundo, valor este obtido com base nas carteiras publicadas pelas gestores na CVM.

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Renda Fixa

O patrimônio alocado em ativos de renda fixa no mês de março de 2017 é de R$ 2,89 trilhões, que representa 82,92% do total do patrimônio da indústria.

No tipo renda fixa a Economatica considera as alocações em debêntures, depósitos a prazo e outros instrumentos de instituições financeiras, operações compromissadas e títulos públicos.

Na série analisada a renda fixa atingiu percentual superior ao registrado em março de 2017 em outras três oportunidades, sendo que em junho de 2016 tivemos a maior concentração com 83,80%.

Em março de 2017 a parcela de alocação em depósitos a prazo e outros instrumentos de instituições financeiras atinge o menor percentual de alocação da indústria, com 10,6% do patrimônio da indústria. Em contrapartida a alocação em títulos públicos atinge o maior patamar da amostra com 43,88%.

O percentual alocado em operações compromissadas se mantém relativamente constante, na faixa de 25 a 26% do patrimônio da indústria desde fevereiro de 2016.

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Renda variável

Em março de 2017 a posição Gross em renda variável corresponde a 4,96% do patrimônio da indústria. Nos últimos cinco meses a parcela de renda variável tem ficado próxima aos 5%.

Economatica considera a posição em renda variável como a soma das posições em ações, BDR´s, Units, empréstimos de ações e títulos e valores mobiliários doado e tomado, sendo que esta última posição entra com valores positivos no cálculo consolidado (valores originalmente negativos já que são posições shorteadas).

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