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Em reais a indústria de fundos atinge seu maior valor histórico em agosto de 2016 com R$ 3,07 trilhões.
Metodologia do cálculo do patrimônio da indústria de fundos = Patrimônio de todos os fundos no último dia de cada mês – valor alocado em cotas de fundos conforme carteiras disponibilizadas pelas gestora na CVM.
Abaixo gráfico com a evolução do patrimônioda indústria de fundos em reais e dólares:
Na análise consideramos como alocação de renda fixa os títulos públicos, debêntures, operações compromissadas e depósitos a prazo e outros instrumentos de instituições financeiras. Consideramos as classificações normalizadas pela CVM e registradas nas carteiras que os gestores encaminham à CVM.
Historicamente a alocação em renda fixa na indústria de fundos é acima de 80 % do PL, no mês de agosto o percentual apresenta queda para 77,47%, mas verificamos que uma boa parte desses recursos foi classificada como o tipo de aplicação “Outras aplicações”, que no mês de agosto registra 6,52%.
Mais abaixo poderemos verificar que também existiu uma migração para depósitos a prazo e outros instrumentos de instituições financeiras:
No gráfico abaixo podemos verificar a evolução da alocação nos quatro instrumentos de renda fixa monitorados nas carteiras dos fundos; adicionalmente plotamos a alocação em outras aplicações, para se ter uma visão mais clara da queda do percentual da alocação em títulos públicos.
Em julho de 2016 42,06% do PL está em títulos públicos e 25,5% em operações compromissadas. Na mesma data a alocação em depósitos a prazo e outros instrumentos de instituições financeiras é de 13,15% e há 2,11% em debêntures.
No mês de agosto verificamos uma queda brusca das alocações em títulos públicos: de 42,06% em julho para 32,14% em agosto. Paralelamente verificamos que a alocação em outras aplicações tem crescimento de 1,05% para 6,52% de julho para agosto.
Outra mudança substancial é detectada na alocação dos depósitos a prazo e outros instrumentos de instituições financeiras: de 13,15% em julho para 17% no mês de agosto.
Veja abaixo o gráfico com a evolução das alocações nos diversos tipos de aplicação em RF e também a alocação presente em outras aplicações de dezembro de 2014 até agosto de 2016:
O crescimento dos depósitos a prazo e outros investimentos de instituições financeiras se deve principalmente a uma nova classificação registrada na CVM que é de “União Federal (Tesouro Nacional)”. As posições fechadas “Não revelados” que estão dentro da normativa CVM também tiveram crescimento.
Veja abaixo as maiores variação nominais de depósitos a prazo e outros investimentos de instituições financeiras entre os meses de agosto e julho de 2016.
Lembramos que dentro das posições não reveladas podem ter alocação em algum dos ativos listados nas tabelas abaixo:
A alocação gross de renda variável sobre patrimônio é de 5,08%, com R$ 156,2 bilhões. O cálculo da posição gross de renda variável foi efetuado da seguinte maneira: Gross RV = Ações + BDR´s + Units + Posição doada + Posição tomada.
No gráfico abaixo podemos verificar a evolução de RV na indústria de fundos:
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