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Dados históricos robustos e precisos para decisões embasadas e seguras.
Para o cálculo foram consideradas somente empresas de capital aberto com dados disponíveis em todos os anos da amostra; empresas que fizeram IPO deixaram de negociar nesse período ou têm alguma informação incompleta no período foram excluídas.
O levantamento considera o passivo com custo financeiro das empresas que são informados nos demonstrativos financeiros disponibilizados oficialmente à CVM (Comissão de Valores Imobiliários).
Devido ao elevado nível de endividamento, a Petrobras não foi considerada no cálculo do total das empresas.
A dívida de 253 empresas de capital aberto, com dados disponíveis desde o ano de 2010, registra R$ 805 bilhões de estoque no ano de 2017, valor próximo ao de 2016 que foi de R$ R$ 804 bilhões.
A dívida líquida no ano de 2017 registra a segunda queda consecutiva fechando 2017 com R$ 511 bilhões, queda de 3,02% com relação ao ano de 2016.
O caixa das empresas no ano de 2017 é o maior valor já registrado desde 2010 com R$ 295 bilhões. Houve crescimento de 6,39% com relação ao ano de 2016.
A dívida de curto prazo, vencimento em até 12 meses, no ano de 2017 das empresas de capital aberto sem considerar a Petrobras é de R$ 172,2 bilhões, crescimento de 2,5% com relação ao ano de 2016 quando as mesmas empresas registravam R$ 168,0 bilhões.
O percentual da dívida de CP com relação à dívida total bruta de 2017 é de 21,4%, segundo ano com crescimento consecutivo.
Na tabela abaixo, encontramos a evolução da dívida e caixa da Petrobras de 2010 a 2017.
Verificamos que o maior nível de endividamento com fechamentos anuais foi registrado em 2015, quando a empresa tinha R$ 492,8 bilhões de dívida. Em 2017 a dívida da empresa fechou com R$ 361,4 bilhões.
A dívida líquida em 2017 de R$ 280,7 bilhões é a menor desde 2014, quando registrou R$ 282,0 bilhões.
O caixa em 2017 é o segundo melhor valor já registrado com R$ 80,7 bilhões. Em 2015 temos o maior nível de Caixa da empresa com R$ 100,8 bilhões.
A dívida de curto prazo da empresa no ano de 2017 atinge seu melhor momento desde 2010. Em 2017 o percentual da dívida de CP com relação à dívida total bruta é de 6,4%, queda pelo segundo ano consecutivo. A dívida de CP em 2017 é de R$ 23,2 bilhões.
Abaixo a lista com as 20 empresas com maior estoque de dívida total bruta no ano de 2017.
Entre os segmentos Bovespa das 20 empresas mais endividadas têm três segmentos com três empresas cada uma: Carnes e Derivados, Energia Elétrica e Papel e Celulose.
A Petrobras é a empresa com maior dívida bruta com R$ 361,4 bilhões. Vale S.A., JBS e Eletrobrás têm dívida acima de R$ 40 bilhões.

Carnes e Derivados, Energia Elétrica e Papel e Celulose tem três empresas cada um entre as 20 maiores por dívida líquida.
A dívida líquida da Petrobras de R$ 280,7 bilhões é maior entre as empresas de capital aberto em 2017. Outras treze empresas têm dívida acima de R$ 10 bilhões em dezembro de 2017.

Entre as 20 empresas com maior nível de caixa encontramos três empresas do segmento de Carnes e Derivados. A Petrobras é a empresa com o maior Caixa em 2017 com R$ 80,7 bilhões.
Outras sete empresas têm caixa acima de R$ 10 bilhões em dezembro de 2017.

O segmento de Exploração, Refino e Distribuição com seis empresas é o que concentra o maior estoque de dívida bruta, sendo que a Petrobras representa praticamente o total do setor.
35 empresas do segmento Bovespa de Energia Elétrica têm o segundo maior estoque com R$ 177,8 bilhões.
Dos 20 segmentos Bovespa, sete têm queda de dívida bruta no ano de 2017 com relação ao ano de 2016. O segmento de Minerais Metálicos é o que registra o maior recuo, com queda de 22,11% de queda em 2017 com relação a 2016.
Uma empresa do segmento de Produtos de Uso Pessoal tem o maior crescimento de dívida em 2017 com relação a 2016, com 112,56% de aumento do estoque.

Dos 20 segmentos com maior estoque de caixa, 13 têm crescimento em 2017 com relação ao ano de 2016. O segmento de Produtos Diversos com quatro empresas é o que registra o maior crescimento percentual com 109,2%. O segmento de Telecomunicações é o que tem a maior redução de caixa em 2017 com queda de 27,46%.
Onze segmentos da Bovespa têm Caixa acima de R$ 10 bilhões.

35 empresas do segmento de Energia Elétrica têm o maior volume de dívida de curto prazo entre as empresas de capital aberto brasileiras. Em 2017 acumulam R$ 39,0 bilhões, crescimento de 11,0% em relação a 2016.
Dos 20 segmentos com maior nível de dívida de CP, onze têm crescimento no ano de 2017 com relação a 2016.

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